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Osvaldo Borgez (OZ)

Boal

Osvaldo Borgez (OZ)

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Não me olhe como quem se assusta,
Na verdade todos têm, meu bem,
Um pouco de médico e louco,
Ponte forte, ponto fraco.

Se um golpe de azar ou de sorte
Fez meu sangue temperado,
Não vou discutir por tão pouco,
A língua é uma faca de corte,
Daqui não escapa ninguém,
Daqui não escapa ninguém.

Pois se cobrir vira circo,
Ozama, obama, boal.
E se cercar vira hospício, uh, uh, uh.
De perto ninguém é normal,
De perto ninguém é normarl.

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