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Jonas Aka Rott

Fraude Lírica

Jonas Aka Rott

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Denominador comum, mas ca mente no plural
Sou um factor basilar, na base instrumental
O equilibrio precípuo entre o bem e o mal,
Entra, vem, chek blow!.
Bem-vindo undergound
Sente o sufoco, falha a respiração,
Tás doido se achas que não,
Tenho um flow mata-leão
Engraçado, vires falar do que faço ou não,
Quando o gajo faz o trabalho, tu lavas-lhe a mão,
Eu prefiro ser maluco, contudo, cuidado,
Sensatez na loucura, louco na sanidade,
Eu não bato bem, bato bem? yah, não bato bem,
Sou do faço sem ninguém ao meu lado, bang
Tenho uma uzi na boca, e uso-a quando tou com fome
Acredita, lírica balistíca á distância só dum fone,
Rottweiller do hiphop, diz-me como vais fazer,
Eu como como como, como o que for pa comer,
Wacks betos, wannabe bads, faggot asses, swags
Putos burros, wannabe graúdos, miudezas do rap,
Yah, anbandonei a escola, sa foda
No meio desta merda toda eu é que tenho o diploma,
Graduado na métrica, mestrado na técnica,
Lição de aritmética verbal, numérica,
Consideras-me parvo boy, eu tenho bom remédio,
Interpreta o quanto dói ter uma bala a rasgar o cérebro,
Falam tanto da verdade, que um dia vão perdê-la,
Palavra sabem todos mas poucos sabem mantê-la,
Muitos querem vê-la, pa quê? só pa fudêla,
E fazê-la parecer bela, beleza, pintado em aguarela,
A ilusão mantém-te cego, enquanto não fores tu a vê-la
Vê lá se chegas tarde, ou cedo, só naquela,
Dou-te um conselho dread a realidade não te espera,
Sou a palavra dos calados, que se afirmam numa folha,
A cuspir cada dica que a minha mente menciona,
A melhor que rima de sempre tá na rua viris,
E a fraqueza dum sujeito vejo-a através da íris,
Eu conheço o teu truque, a mim não fintas b,
Apontas o dedo pa ninguém olhar pa ti,
Camuflado numa persona, ingrata pa quem te apoia,
Fachada de lizabonna, carraça pa quem te oiça an
Eu tenho o bruto fluxo, em cada murro, cada punch
Sou astuto, tu já foste, antes de virares um antes
Eu sou rottweiler boy, ferro o dente, rasgo a pele,
Parto o osso, qebro a mente de quem tem dente amarelo
Booooy, és uma merda de exemplo,
Amedrontado num castelo enquanto eu fumo erva no templo,
Lamento, ou não, 100 por cento de razão,
Cheiro o medo no ar, medo da revelação,
Sejas fraco ou bravo, o rap abre a pestana,
Flow qe corta, katana, do cortex á membrana
Por mais merda que faço sou sempre alvo de mímica,
Querem clonar-me fodase injectam-me, a seringa,
Nas costas para encontrar respostas numa dose canina,
És eleito culpado duma fraude lírica

O importante é o que fazes com o pouco que tens.

Tou boy, oh
Os meus tropas tiveram-me a dizer que há aí uns filhas da puta que
Andam aí a falar de um gajo mas é sempre a mesma história, sempre
A mesma conversa. a inveja ataca todos, mas eu faço-me à estrada e
Tou-me a foder pa isso.

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