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Carlos Marte

Buraco negro

Carlos Marte

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Vejo as contas que ficaram sobre a mesa
E as revistas espalhadas pelo chão
Sinais do abandono que você deixou
Sequer olhou pra trás quando foi embora
Então o silêncio comigo veio morar

Sinto os dias tragados num buraco negro
De onde nem a luz consegue escapar
Sequer sua imagem restou pra lembrar
De quando estávamos bem

E quando vem a noite e tudo fica frio
E num canto escuro, sou parte do vazio
Eu não enxergo nada, mas ouço o teu sorriso
A tua ironia, teu lado destrutivo.

Tenho nada, meus sentimentos já se foram
Numa estória em fragmentos de um passado
Jogados num canto qualquer pro tempo esquecer
Sequer os bons momentos vou lembrar
De quando estávamos bem.

E quando vem a noite e tudo fica frio
E num canto escuro, sou parte do vazio
Eu não enxergo nada, mas ouço o teu sorriso
A tua ironia, teu lado destrutivo


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