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Bersuit Vergarabat

De ahí soy yo (tradução)

Bersuit Vergarabat

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Tudo o que entra de fora é mais odor
E se pega no meu interior, que é poço cego por abrir
E não há maneira, com minha alma silenciada
Como uma enorme corneta, tapeada pelos mucos
E as chamas que se inflamam, e as flores que se queimam
Nesta enorme colméia de abelhas que fabricam mais problemas, intestinos
E o mel se faz diarréia, e é um ânus meu destino
E pela boca eu só espero um "novo palavreado"
Evacuando o ser
Um novo palavreado, vertendo-se
E qualquer um que pergunte aonde vivo
Imaginem que a Argentina seja o ânus da terra
E que esse ânus tenha um ânus, e que Buenos Aires seja uma nádega
E a outra nádega, a irmã montevideana....
E o esfíncter mesmo deste imenso ânus
Receba toda a merda... rios de merda
Empresas generosas cultivando miséria
Regando com gangrena, e minhas veias se envenenam
Assassinos silenciosos desenhando a paisagem radioactiva, uma merda!
A cidade de Avellaneda
Todo mundo a recorda pelo seu forte odor de merda
Daí eu sou... outra merda
Esse sou eu, essa é minha terra
Não há nada mais anti-ecológico, que um infeliz, que um infeliz
Não há nada mais anti-ecológico, que um infeliz, que um infeliz
Um infeliz, fabricante, traficante, portador, vendedor de toneladas de dor
Uma verdadeira usina, uma raquítica orquídea parasita
Que chupa luz, que chupa vida
Não tem amores e se constipa de fracassos grotescos e avança cega
E se embeleza por ser parte de uma vez desta maldita merda!
Que orgulho de merda! Soberba de merda! Projeto de merda!
O futuro que me espera... sensações de merda...
Poesia bruta, merda morta, merda tua, merda deles
Merda minha, merda nossa, nossa merda
Inconsciência de merda! Psicopatas de merda!
Assim é minha merda querida. Minha... bem de dentro, profunda, humana
Penosas almas enfermas... mas feridas, eu sou daí
Não há nada mais anti-ecológico, que um infeliz, que um infeliz
Não há nada mais anti-ecológico, que um infeliz, que um infeliz
E construiremos uma enorme caixa
Para limparmos a boca, para limparmos o orto
E construiremos uma enorme caixa
Para limparmos a boca, para limparmos o orto
E construiremos uma enorme caixa
Para limparmos a boca, sim! Para limparmos o orto

Letra original

Todo lo que entra desde afuera es más olor
y se me pega en mi interior, que es pozo ciego por abrir,
y no hay manera, con mi alma asordinada
como una enorme corneta, tapiada por los mocos
y las flemas que se inflaman, y las flores que se queman
en esta enorme colmena de abejas que fabrican más problemas, intestinos,
y la miel se hace diarrea y es un culo mi destino,
y por la boca solo espero una inmensa verborrea
evacuando el ser,
verborrea vertiéndose...
Y cualquiera que pregunte dónde vivo,
imaginen que Argentina sea el culo de la tierra
y que ese culo tenga un culo y Buenos Aires sea una nalga
y la otra nalga, la hermana montevideana...
y el esfínter mismo de ese inmenso culo
reciba toda la mierda... ríos de mierda!
Empresas generosas cultivando miseria,
regando con gangrena y mis venas se envenenan,
asesinos silenciosos diseñando el paisaje radiactivo, una mierda!
La ciudad de Avellaneda
todo el mundo la recuerda por su fuerte olor a mierda,
de ahí soy yo... otra mierda...
Ése soy yo, esa es mi tierra.
No hay nada más antiecológico que un infeliz, que un infeliz.
No hay nada más antiecológico que un infeliz, que un infeliz.
Un infeliz, fabricante, traficante, portador, vendedor de toneladas de dolor.
Una verdadera usina, una raquítica orquídea parásita
que chupa luz, que chupa vida...
no tiene amores y se constipa de grotescos fracasos y avanza ciego,
y se embeleza por ser parte de una vez de esta maldita mierda!
Qué orgullo de mierda! Soberbia de mierda! Proyecto de mierda!
El futuro que me espera... sensaciones de mierda...
Poesía burda, mierda muerta, mierda tuya, mierda de ellos,
mierda mía, mierda nuestra, nuestra mierda.
Inconciencia de mierda! Psicópatas de mierda!
Así es mi mierda querida. Mía... bien de adentro, profunda, humana,
penosas almas enfermas... mal heridas, de ahi soy yo.
No hay nada más antiecológico que un infeliz, que un infeliz.
No hay nada más antiecológico que un infeliz, que un infeliz.
Y construiremos una enorme papelera
para limpiarnos la boca, para limpiarnos el orto.
Y construiremos una enorme papelera
para limpiarnos la boca, para limpiarnos el orto.
Y construiremos una enorme papelera
para limpiarnos la boca, si! Para limpiarnos el orto.


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